| Café do Vento | ||
A vitrine da minha introspecção. Quarta-feira, Março 02, 2005 Sozinho No silêncio Só a voz que canta Silenciosamente. Canta na minha imaginação, voz sem voz, mas tanta alma, tanta emoção. Posso com dois cliques ouvi-la, o som flutuando no ar. Mas a quero no silêncio da minha imaginação Palpitando, aí o encanto, a sua voz, ou o pressentimento de sua voz, A invadir-me completamente, não só a voz agora, Mas a sua presença quase física, A sua imagem, o olhar brilhando, o sorriso, tudo Nesse particular e imponderável show. Assim a escuto sozinho Como sou, Neste mais absoluto e completo silêncio. posted by Unamuno" e-mail Não na canção Não é o sol que se põe O tempo que passa O dia que morre Os que se foram Partiram deste Ou qualquer mundo Não é a chuva A viagem insone da noites A gosma da ilusão A baba da derrota A meia prisão A crucificação óssea Carnal Cotidiana Não é Nada é Nesse corte axial da realidade O amor sufocado Sem grito Sem senha Sem sanha Sem manhã Sem E sequer existe o inimigo Sequer existe a mentira Seque existe Ela Tão bela Nua Doce Nesse mundo emborcado e sonolento Sem a sinfonia de outubro Sem dueto Nem canção de amor Nada é No horizonte enfermo A dor consubstanciada A revolta selada A terra arada A alma arada A curva do tempo O amor sufocado Sem grito Sem sanha Sem senha Sem manhã Sem posted by Unamuno" e-mail |
||
|
|
||
![]() |
||